| 03 de setembro de 2010 | Atualizada às 01h14m |
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Resta só 4% de Mata Atlântica em Sergipe
Publicada: 27/05/2009
Hoje é o dia nacional da Mata Atlântica. Para marcar a data, a Embrapa Tabuleiros Costeiros levará ao seu campo experimental, a Reserva do Caju, em Itaporanga D’Ajuda, 22 alunos e três professores da Escola Barão de Mauá, do conjunto Orlando Dantas. A Mata Atlântica de Sergipe cobria originalmente 36% do Estado, mas na década de 1990, com o desmatamento secular, restavam apenas 4%, distribuídos em pequenos fragmentos florestais.
A Mata Atlântica de Sergipe encontra-se na baixada litorânea e parte dos tabuleiros costeiros. O litoral do Sul do Estado é área prioritária para conservação e pesquisa científica. As restingas de Itaporanga, a região entre o rio Real e Abaís, são consideradas áreas de alta importância biológica para aves, flora e conservação de répteis e anfíbios.
Pertencente à Embrapa, a Reserva do Caju está situada no município de Itaporanga d’Ajuda. Ela tem uma área de 1.030 hectares, dos quais 860 estão em processo de implantação de Reserva Particular do Patrimônio Natural, uma das maiores áreas de conservação particulares do Nordeste.
A visita de hoje à Reserva do Caju faz parte do programa Embrapa & Escola, que existe há cinco anos. Trata-se de uma atividade voltada para alunos de escolas públicas e privadas com o objetivo de demonstrar a importância do trabalho de pesquisa e desenvolvimento de tecnologias agrícolas para alunos e professores. “Essa vivência auxilia na formação de consciência crítica, que permitirá aos alunos refletirem sobre a sustentabilidade dos nossos ecossistemas”, acredita o pesquisador Daniel Vieira.
Importância
A floresta atlântica é uma formação de ambiente úmido, sempre verde, densa e com muitas espécies vegetais distintas. Hoje no Brasil, resta apenas 7% da Mata Atlântica dos 100 milhões de hectares praticamente contínuos que existiam outrora. Mas ainda é um vasto território, equivalente ao da França e Espanha juntas. Daí parte a importância do projeto de conscientizar os estudantes com o objetivo de preservar o que resta.
A Embrapa acredita que apenas cercar uma área não é suficiente para a conservação de ecossistemas, mas sim explorá-la com pesquisas sobre sustentabilidade e com educação e transferência de tecnologia para diversos públicos. A educação científico-ambiental é um eixo central na missão da Reserva do Caju, em Sergipe, que envolve a caracterização da vegetação, do micro-clima, do solo e das formas de alteração causadas pelo homem.
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Daniel
27/05/2009 09:21
A GENTE SE PERGUNTA: CADÊ O TRABALHO DA SECRETARIA DO MEIO AMBIENTE, DA ADEMA E DO IBAMA? ESSES ÓRGÃOS SERVEM PARA QUE? A SECRETARIA DO MEIO AMBIENTE ALÉM DE TRAZER APADRINHADOS DE ALAGOAS PARA TRABALHAR COMO MOTORISTAS NO ORGÃO COM CASA, COMIDA E ESCOLA PARA OS FILHOS DO CIDADÃO FAZ O QUE? CAD~E AS PROMESSAS DE CAMPANHA SENHOR MÁRCIO SECRETARIO DO MEIO AMBIENTE???
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