24/05/2019 as 11:00

Economia

Número de cheques compensados em abril cresceu 10,7%, em Sergipe

No acumulado do ano corrente (janeiro-abril), foram trocados R$ 1,3 bilhão em cheques


Análise realizada pelo Boletim Sergipe Econômico, parceria do Núcleo de Informações Econômicas (NIE) da Federação das Indústrias do Estado de Sergipe (FIES) e do Departamento de Economia da UFS, com base nos dados do Banco Central, mostra que foram compensados 122,3 mil cheques em Sergipe, no mês de abril.

Em termos de movimentação financeira, sem considerar o efeito da inflação, os cheques compensados totalizaram R$ 334,7 milhões, sendo este montante 10,7% maior que o valor registrado em março deste ano. Já na comparação com o mês de abril de 2018 houve queda de 4,8%. No acumulado do ano corrente (janeiro-abril), foram trocados R$ 1,3 bilhão em cheques, apresentando redução de 0,9% na comparação com o mesmo período do ano anterior.

Cheques devolvidos e sem fundos

No mês analisado, o número de cheques devolvidos em Sergipe ficou em 19,1 mil. Em números financeiros, sem considerar o efeito da inflação, a quantia devolvida somou R$ 59,6 milhões, sendo 2,1% inferior ao registrado no mesmo mês do ano de 2018. Comparando com o mês imediatamente anterior, março último, o valor dos cheques devolvidos ficou 9,4% maior.

Dentre os seis motivos de devolução de cheques elencados pelo Banco Central, existem aqueles que não são compensados pela falta de provisão de fundos, os chamados cheques sem fundos.  Em relação a essa modalidade, foram contabilizados 16,3 mil cheques, abrangendo 85,3% do total de devolvidos, no mês em análise. Em valores financeiros, o somatório dos cheques sem fundos ficou em R$ 48,8 milhões, compreendendo 81,9% do valor total dos cheques que foram devolvidos, e registrando decréscimo de 1,8% no volume quando comparado com o mesmo mês do ano passado, e aumento de 7% em relação ao mês de março deste ano.

Entre janeiro e abril de 2019, os cheques devolvidos responderam por R$ 229,9 milhões, registrando redução de 6,6%, em relação ao mesmo período do ano anterior. Todas as variações são em termos nominais, ou seja, sem levar em consideração o efeito da inflação no período.