16/05/2019 as 14:10

GUIMA MOTORS

Primeiras impressões: Caoa Chery Tiggo 7

O porta-malas oferece 414 litros (até a altura dos vidros) podendo ser expandido para 1.100 litros com o rebatimento do banco traseiro.


Primeiras impressões: Caoa Chery Tiggo 7

No último fim de semana, a coluna Test Drive ficou a bordo do Tiggo 7, que está disponível na Guima Motors nas versões T (R$ 106.990) e TXS para incomodar a concorrência e conviver ao lado dos irmãos Tiggo 2 e Tiggo 5X.

Construído sobre a plataforma modular T1X, o Tiggo7 mede 4.505 mm de comprimento, 1.837 mm de largura e 1.670 mm de altura. O entre-eixos de 2.670 mm é igual ao do Kia Sportage e maior frente ao do Jeep Compass (2.636 mm).


O porta-malas oferece 414 litros (até a altura dos vidros) podendo ser expandido para 1.100 litros com o rebatimento do banco traseiro. Embora o nome Tiggo 7 sugira sete assentos há espaço para cinco passageiros. Essa tarefa de levar mais dois passageiros extras ficará a cargo do Tiggo 8, cujo modelo está em estudo para o Brasil.


O visual bem resolvido exibe faróis bumerangue, grade frontal côncava e porção central superior do para-choque pintada em preto (uma solução feita para o nosso mercado). O desenho da traseira junto das lanternas horizontais e bipartidas remetem ao sul-coreano Kia Sportage.

Na versão T (R$ 106.990), o Tiggo 7 traz faróis com DRL em LED e acendimento automático, luzes de neblina com assistência em curva, espelhos retrovisores com rebatimento elétrico e aquecimento, chave presencial, ar-condicionado eletrônico com saída para os ocupantes traseiros, central multimídia com tela de 9”e conectividade Android Auto e Apple CarPlay, sensores de chuva e de estacionamento dianteiro/traseiro, câmera de ré, volante multifuncional, piloto automático, monitor de pressão e temperatura dos pneus, controles eletrônicos de tração/estabilidade, assistente de partida em rampa e Isofix para a fixação de bancos infantis.
A topo de linha TXS adiciona teto solar panorâmico, luz ambiente em vermelho, soleiras de porta iluminadas, assim como projeção do nome Tiggo no chão ao abrir a porta, bancos revestidos em couro com aquecimento para motorista e passageiro (o do condutor ajustável eletricamente), câmera de 360°, seis falantes, ar-condicionado de duas zonas, airbags laterais e de cortina. Só faltou em ambas as versões a coluna de direção com ajuste de profundidade. As cores disponíveis são branco perolizado e as metalizadas prata, preto e cinza.


Motor
O Tiggo 7 usa um motor 1.5 turboflex com bloco e cabeçote feitos em alumínio, duplo comando de válvulas variável (VVT) e coletor de admissão variável (VIS). Aparecem 150/147 cv (etanol/gasolina) a 5.500 rpm e torque de 21,4 kgfm em ampla faixa de 1.750 a 4.000 rpm. Todo o sistema de injeção foi calibrado no Brasil pela Bosch. Para suportar a ação corrosiva do etanol todas as partes que entram em contato com o combustível receberam tratamento especial.
Embora seja menos potente comparado ao 2.0 do Jeep Compass (até 166 cv utilizando etanol), o Tiggo 7 agrada nas baixas e médias rotações, aliás, o torque do SUV é maior comparado ao do concorrente (20,5 kgfm com etanol). O turbocompressor da HoneyWell utiliza 0,9 bar de pressão e o SUV parte da inércia sem esforços. O câmbio não é um automático convencional com conversor de torque ou um CVT (continuamente variável), mas sim uma caixa de dupla embreagem do fabricante Getrag com seis marchas.