02/07/2026 as 16:50
PLANO DIRETORPara Iran Barbosa, as audiências públicas sobre o PDDU contribuirão para a formulação de políticas mais consistentes,
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Foto: China TomO vereador Iran Barbosa, do PSOL, está propondo, por meio da Indicação nº 928/2026, a realização de audiências públicas para debater o novo Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano (PDDU) da capital.
A proposta, que foi lida no Expediente da Câmara Municipal de Aracaju, na manhã desta quinta-feira, 2, e será encaminhada ao Poder Executivo, sugere a participação técnica, nas audiências, do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Sergipe (Crea-SE), do Conselho de Arquitetura e Urbanismo de Sergipe (CAU-SE), da Universidade Federal de Sergipe (UFS), do Instituto Federal de Sergipe (IFS), do Núcleo Aracaju do Observatório das Metrópoles, da Associação dos Geógrafos Brasileiros – Seção Sergipe (AGB/SE), bem como de outras entidades representativas da sociedade civil e da comunidade acadêmica.
“O objetivo desta iniciativa é ampliar o debate qualificado sobre temas estratégicos para o desenvolvimento urbano, regional e ambiental da nossa cidade, notadamente no âmbito da discussão da formulação do nosso novo Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano, garantindo transparência, pluralidade de vozes e a integração entre governo, instituições de ensino, conselhos profissionais e sociedade organizada”, explicou o vereador Iran Barbosa.
Para o parlamentar, as audiências públicas sobre o PDDU contribuirão para a formulação de políticas mais consistentes, fundamentadas em conhecimento técnico e científico, e alinhadas às necessidades da população aracajuana em relação ao desenvolvimento da cidade de Aracaju. O PDDU de Aracaju aguarda revisão desde o ano de 2000.
“Essa revisão está mais do que atrasada. O Plano Diretor vigente é de 2000. Isso significa dizer que estamos, após sucessivos fracassos na sua revisão, com o mais importante documento de desenvolvimento do nosso município pensado para a realidade de outra cidade. Não há mais tempo a perder. Precisamos fazer essa revisão com urgência e responsabilidade, envolvendo a sociedade e aqueles que têm qualificação técnica para contribuir com essa formulação”, reforça Iran Barbosa.
Fonte: CMA